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quarta-feira, 15 de novembro de 2023

Novas alminhas na freguesia

A nossa freguesia conta atualmente no seu património religioso com mais um nicho, situado na Avenida da Praia, no cruzamento em frente ao campo de futebol. Este nicho pertence a Maria dos Anjos Penteado e foi um presente da sua filha, que vive atualmente na Holanda.
Os nichos são popularmente mais conhecidos como alminhas, embora esse nome seja mais apropriado para os que têm a imagem, em azulejo ou pintura, das Almas do Purgatório. Outros há que são dedicados a algum santo ou santa, a Nossa Senhora ou a Jesus Cristo (na maioria das vezes crucificado). 


Este novo nicho é dedicado a Nossa Senhora da Boa Morte, uma devoção já de há muitos anos da sua proprietária, mas nele se encontram também outras imagens: Nossa Senhora da Paz, São José a dormir, Santa Marta, Santa Verónica, Santa Maria Madalena, São Bento de Seixas, Santo Amaro, São Pancrácio e Santo Onofre.

sábado, 23 de julho de 2022

Renovação da capela do Senhor da Boa Sorte


No dia 2 de julho, primeiro sábado do mês e dia dedicado ao Imaculado Coração de Maria, inaugurou-se a capela de Nosso Senhor da Boa Sorte, depois de realizadas obras de requalificação no interior da mesma. Foi feito novo altar, todo em granito, pois o anterior, em madeira, estava já muito danificado pelo bicho, e foi renovado o piso. 
Foram também colocadas imagens novas, que substituíram as antigas. Saiu Nossa Senhora da Conceição e Santo António e agora podemos ver e venerar na capela as imagens de Nossa Senhora de Fátima, os santos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto e a pastorinha Lúcia. 
O Senhor da Boa Sorte, um belo crucifixo, foi substituído por outro mais belo ainda.


A capela do Senhor da Boa Sorte é propriedade privada e fica num local chamado Praça do Bilho, junto ao cruzeiro lá existente, na confrontação da Rua da Senhora da Boa Sorte com a de Nossa Senhora das Neves. Na altura em que se fez a renomeação das ruas foi dado erradamente o nome de Senhora, mas é Senhor da Boa Sorte. Do mesmo modo a capela se encontra localizada no mapa da Google, na Internet, como capela da Senhora da Boa Sorte, um erro em que provavelmente ninguém reparou mas que deveria ser corrigido. 
Esta capela foi construída em 1897 por Manuel Félix, um familiar dos atuais donos, e tem atualmente 125 anos. Desconhecem-se as razões para ele ter decidido construí-la e de ter escolhido a devoção ao Senhor da Boa Sorte, mas há relatos de que era uma pessoa muito dada às coisas da Igreja e de uma bondade imensa. Possuía um terreno no antigo Lugar do Calvário, e na altura em que se pretendia construir o cemitério da freguesia, na segunda metade do século XIX, disponibilizou-se a cedê-lo à paróquia para esse efeito, o que, considerando o contexto daquela época, foi um ato de relevada importância.


Antigamente não havia cemitérios, os mortos eram enterrados nas igrejas, sendo que as pessoas mais importantes da freguesia eram enterradas dentro da igreja, perto do altar-mor, e as outras mais afastadas. Os pobres eram sepultados no adro. 
Com a proibição dessas práticas, em 1830, houve necessidade de se construir um espaço dedicado ao sepultamento dos defuntos e para isso eram necessários terrenos, mas os proprietários desses terrenos nem sempre concordavam em vendê-los para esse efeito, pois consideravam-no macabro ou o local pouco digno para sepultar gente cristã. 
Embora a proibição de se enterrar mortos nas igrejas entrasse em vigor em 1830, o primeiro sepultamento no cemitério da freguesia ocorreu em 1887, mais de cinquenta anos depois, pois não seria tarefa fácil convencer as pessoas e as negociações para a obtenção do terreno adequado devem ter-se prolongado por algum tempo.
Consta que chegou a pensar-se em construir uma igreja no local onde se construiu depois a escola primária de Santiago, e que posteriormente deu lugar ao Centro Cívico, e foi nessa altura que o futuro proprietário da capela do Senhor da Boa Sorte ofereceu o terreno de que dispunha no Lugar do Calvário para a construção do cemitério. No entanto, tal não chegou a ser necessário, pois as negociações com os outros proprietários acabaram por se concretizar e o cemitério foi construído no local onde se encontra, ao pé da igreja paroquial.
Embora com bastante estranheza da população no início, os defuntos começaram a ser sepultados no espaço construído para tal, o povo foi-se habituando e até algumas famílias mais abastadas foram construindo jazigos próprios, em forma de pequenas capelas.
Voltando à capela do Senhor da Boa sorte: supõe-se que, primeiramente, em vez dela havia umas alminhas implantadas no muro que ladeava a moradia do proprietário e que foram tapadas. Há alguns anos, com obras de requalificação feitas nesse muro, os contornos das alminhas ficaram de novo à vista, embora sem vestígios da imagem ou imagens que pudessem ter tido. A atual proprietária decidiu então, em conformidade com as filhas, restaurar esse espaço e nele colocar uma bonita imagem em azulejo de São Judas Tadeu.


A capela foi assaltada há uns anos e as imagens roubadas, e nunca foram recuperadas a não ser a cruz em que estava o Senhor crucificado e que já não O tinha, mas a imagem primitiva do Senhor da Boa Sorte ainda existe. Trata-se de um crucifixo de pequenas dimensões, que tinha sido substituído pelo que foi depois roubado.
A capela antigamente recebia muitas esmolas. Atualmente vão escasseando, mas a caixa de esmolas ainda vai recebendo algumas moedas. Também São Judas Tadeu se tornou objeto de devoção de muitas pessoas, e há sempre velas ao pé da sua imagem, assim como ao pé da porta da capela. 
A capela do Senhor da Boa Sorte, apesar de ser propriedade privada, está aberta ao culto do povo. Além de velas e esmolas, há também quem ofereça flores para o seu altar.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Peregrinos de Castelo do Neiva em terras transmontanas


No dia 17 de março, cerca de meia centena de peregrinos de Castelo do Neiva, a maioria pertencente a vários movimentos da Igreja, dirigiram-se a terras transmontanas, em peregrinação aos santuários de Nossa Senhora de Balsamão e Santo Ambrósio, em Macedo de Cavaleiros.
Saiu-se de manhã cedo e a primeira paragem foi em Murça, para o pequeno almoço.
Murça é uma vila pequena mas simpática, terra de bom vinho e azeite. É também a terra onde nasceu o soldado Milhões, herói português da I Guerra Mundial, que salvou da morte muitos companheiros e por isso foi mais tarde condecorado ao mais alto nível.
Depois do estômago reconfortado seguiu-se viagem até Chacim, Macedo de Cavaleiros, chegando ao santuário de Nossa Senhora de Balsamão pouco depois das 11 h da manhã, cantando estes simples versos:

Senhora de Balsamão
Aqui vimos nós, Senhora
Lá das terras de Viana
Estamos a chegar agora.

Senhora de Balsamão
Ó Senhora, cá chegamos
Lá das terras de Viana
Por tantas terras andámos.

Senhora de Balsamão
Ó Senhora, aqui vimos
Lá das terras de Viana
A vossa bênção pedimos.

Senhora de Balsamão
Destes montes altaneiros
Lá das terras de Viana
A cá vir somos primeiros.

Senhora de Balsamão
Com vosso divino manto
Curai todos os doentes
E secai o nosso pranto.

Visitando a Senhora logo de seguida, era grande a emoção. Reza a lenda que em tempos medievais vivia naquelas terras um mouro, a quem os habitantes tinham de pagar o tributo das donzelas, ou seja, toda a noiva teria de dormir a primeira noite de casada com o mouro e não com o seu marido. Contrariados e desolados, todos na aldeia cumpriam essa lei, até que um jovem cristão resolveu não a cumprir. Recusando-se a entregar a mulher que amava a outro homem, no dia do casamento foi em comitiva com os amigos ao palácio do mouro, supostamente para pagar o tributo, mas quem ia vestido de noiva era ele. Ao chegar perto do mouro cravou-lhe um punhal no coração. Logo os soldados mouros acudiram, atacando o jovem noivo que com a ajuda dos amigos deu bastante luta. Como os mouros eram em maior número, os cristãos eram abatidos e caíam no campo de batalha. Mas então surgiu uma mulher, com um vaso de bálsamo na mão, que com esse mesmo bálsamo fazia uma cruz na testa dos cristão caídos. Todos a quem ela aplicou o bálsamo se salvaram e recuperaram as forças, conseguindo expulsar os mouros. A mulher entretanto desaparecera, mas ficou em todos a ideia de que só podia ser Nossa Senhora quem por lá tinha passado. Nossa Senhora de Bálsamo na Mão, mais tarde abreviado para Balsamão.
Nossa Senhora de Bálsamão tem na mão esquerda um frasco de metal com o bálsamo e na direita um ramo de noiva. Reconhecida como protetora dos noivos, muitos são os que no seu santuário se vão casar.


Neste santuário se adora também a Misericórdia Divina, revelada por Nosso Senhor a Santa Faustina. Foram os Padres Marianos da Imaculada Conceição, a quem pertence o convento aqui situado, que trouxeram esta devoção para Portugal e a divulgaram primeiramente.
A cada terceiro domingo do mês é celebrada missa com imposição do bálsamo aos fiéis, o que levou a que fosse esse dia o escolhido para a peregrinação. Assim, depois da Eucaristia, celebrada ao meio dia e em que se comungou nas duas espécies, todos receberam a imposição do bálsamo, na forma de uma cruz na testa.
Seguiu-se o almoço, para uns servido no refeitório do santuário e para quem levou farnel havia espaços verdes para estenderem as toalhas e almoçarem confortavelmente.
De tarde prosseguiu-se a viagem, em direção a Vale da Porca, ao santuário de Santo Ambrósio. E também se cantou na despedida à Senhora:

Senhora de Balsamão
Cá viemos nós, Senhora
Lá das terras de Viana
E agora vamos embora.

Senhora de Balsamão
É azul o vosso manto
Destes montes altaneiros
Senhora, sois o encanto.

Senhora de Balsamão
Da vossa presença vimos
E para santo Ambrósio
Agora nos dirigimos.

Senhora de Balsamão
Da vossa capela vimos
Que o resto da viagem
Corra bem, nós vos pedimos.

Senhora de Balsamão
Mãe de Deus e nossa Mãe
Que este nosso autocarro
A Viana chegue bem.

O santuário de Santo Ambrósio, com um recinto de grandes dimensões, é muito visitado e nele se realiza uma grande romaria no terceiro domingo de agosto. Vale da Porca é a terra do cantor Roberto Leal, que é muito devoto de Santo Ambrósio devido ao santo ter curado da cegueira o seu pai. Lá se encontra uma placa a assinalar o facto, com versos feitos pelo cantor, em agradecimento.
Há duas capelas: a inicial, pequena, onde se encontra a imagem antiga do santo, imagem essa que é a que sai em procissão no dia da romaria; e uma grande, já elevada a santuário, com uma imagem de Santo Ambrósio de fabrico mais recente. No recinto encontra-se uma plataforma com cobertura, para a celebração da missa campal, ladeada por outra imagem do santo e ainda a imagem de São Paulo.



Depois de Santo Ambrósio iniciou-se a viagem de regresso, mas ainda com uma paragem, desta vez em Mirandela. Terra da boa alheira, muitos foram os que aproveitaram para comprar este produto, assim como presunto, azeitonas e chouriços.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Peregrinos de Castelo do Neiva em Cerejais


No dia 23 de julho, bem cedinho, um autocarro com várias dezenas de peregrinos de Castelo do Neiva seguiu em direção a Trás-os-Montes, para uma visita ao santuário do Imaculado Coração de Maria, em Cerejais, concelho de Alfândega da Fé. Depois de umas horas de viagem, com paragem em Vila Flor para o pequeno almoço, chegámos ao santuário. Já a enfermeira Letícia nos esperava, com indicações para nos dar permissão para cumprirmos o programa combinado anteriormente com responsáveis pelo santuário.
Logo de início se rezou o terço, diante da imagem do Coração de Maria, no santuário. Essa imagem foi esculpida pelo artista José Ferreira Thedim, o mesmo que fez a imagem de Nossa Senhora de Fátima venerada na capelinha das aparições.


Seguiu-se depois, de autocarro, para a Loca do Cabeço, vendo estrada fora monumentos aos mistérios do rosário; na Loca há uma capelinha reproduzindo as aparições do Anjo de Portugal aos Pastorinhos de Fátima, assim como um miradouro e outras imagens. Na capelinha fez-se um pequeno momento de oração, cantando e rezando as orações que o Anjo ensinou aos Pastorinhos. No miradouro admirou-se a belíssima paisagem. Respirou-se um ar puro como existe já em poucos locais.


Novamente de autocarro, seguiu-se de volta para o santuário, de onde se partiu, a pé, para o alto do Calvário, rezando a Via-Sacra, fazendo reparação aos Sagrados Corações de Jesus e Maria, pelas cruzes que pela estrada fora se encontram. Entrámos no Calvário todos em grupo, os que foram a  pé e os que, por serem mais frágeis, seguiram no autocarro e se apearam à entrada do local, rezando todos a última estação da Via-Sacra.
No Calvário visitou-se o túmulo do Senhor, a Varanda de Pilatos, o Átrio de Caifás e a capela do Encontro, com belíssimas imagens (da autoria também de José Ferreira Thedim) do encontro de Jesus, de cruz aos ombros, com a Mãe Dolorosa. A imagem da Mãe Dolorosa tem também o nome de Coração Doloroso de Maria e a de Jesus, que conhecemos como Senhor dos Passos, é lá chamada de Senhor dos Aflitos.
No exterior do Calvário admirou-se a gigantesca Cruz da Ressurreição, os monumentos às Sete Dores de Nossa Senhora e outros pontos de interesse.


No final eram horas de almoço e a fome já se fazia sentir. Novamente de autocarro, voltámos ao santuário. Quem levou farnel encontrou aprazível local de repasto, ao pé do santuário, debaixo das árvores, com uma aragem que refrescava e o silêncio dos locais ermos mas belos. Os outros tinham almoço servido no Lar dos Pastorinhos, um salão que pertence ao santuário e onde se servem refeições a grupos, por marcação prévia.
Uma surpresa agradável foi a visita, durante o almoço, do pároco de Cerejais, padre José António, que é de Esposende e nos fez uma alocução breve de boas vindas, dizendo que conhecia Castelo do Neiva e tinha ainda bem presente o saudoso padre Saleiro, salientando a grande obra que ele tinha feito na nossa terra.


De tarde, visita aos quarenta utentes do Lar de Idosos da Fundação Cónego Manuel Joaquim Ochôa (fundador do santuário, falecido em abril deste ano, aos 92 anos e idade) a quem levámos algumas singelas lembranças.
Pelas três horas da tarde, rezou-se o terço da misericórdia no santuário e a oração jubilar de consagração. Despedida ao Imaculado Coração, já com saudades.
Viagem de regresso a casa, com paragem em Carrazeda de Ansiães.
Uma peregrinação que deixou todos os participantes espiritualmente mais ricos, e com vontade de voltar para o ano.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Rondas pelas igrejas e capelas de Viana

Em noite de Quinta-feira Santa, 21 igrejas e capelas da cidade de Viana do Castelo abrem as portas, das 21 horas até à meia-noite. Pouco tempo para tantas a visitar.
Apenas pude visitar sete (tem de ser em número ímpar), das quais deixo as fotos:

Igreja das Almas

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de São Francisco

Capela do Convento de Santa Teresinha

Capela de São Tiago

Igreja de São Domingos

Capela de Santa Catarina

Também à espera de visita estava o nicho do Senhor dos Aflitos:

Nicho do Senhor dos Aflitos

A igreja de São Bento estava também anunciada como aberta mas não estava.
Tinha apenas o nicho, na fachada lateral, iluminado, o qual recebeu visitas e orações de quem lá ia para visitar a igreja.

Nicho de São Bento

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Visita pastoral


Entre os dias 2 e 5 de fevereiro, a paróquia de Castelo do Neiva teve a honra de receber a visita de D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana. Do programa elaborado para esses dias constou:

Dia 2:
18h00 - Eucaristia na Igreja Paroquial - Celebração da Apresentação do Senhor e bênção das velas;
20h30 - Encontro com os Movimentos, catequistas, Comissão Fabriqueira, leitores, acólitos, Ministros Extraordinários da Comunhão, Grupos Corais, Confrarias, zeladoras, Escuteiros e Comissões de Festas.

Dia 3:
15h00 – Visita ao Centro Social e Paroquial e encontro com as crianças do Jardim de Infância;
15h15 – Celebração da Unção dos Enfermos e no final breve convívio com os idosos, seus familiares e cuidadores;
18h00 - Visita de cortesia ao Centro Cívico, encontro com a Junta de Freguesia e Associações e Visita ao Núcleo Museológico do Sargaço e de Arqueologia;
20h30 - Encontro com a Catequese Familiar.

Dia 4:
10h00 – Visita aos pescadores e ao portinho de pesca;
11h00 – Encontro com a Catequese da Adolescência;
15h00 – Visita às Capelas de Nossa Senhora de Guadalupe e Nossa Senhora dos Emigrantes;
16h00 – Encontro com a Catequese de Infância;
17h30 - Missa Vespertina na igreja de Nossa Senhora das Neves, com a participação da Catequese de Infância e Adolescência;
19h15 – Encontro com os crismandos no Salão Paroquial.

Dia 5:
10h00 –  Eucaristia e Confirmação, na igreja paroquial;
12h30 – Almoço com a Comunidade.


Foram quatro dias de atividades e encontros com D. Anacleto que muito enriqueceram espiritualmente os paroquianos, que o receberam de braços abertos.
Uma das coisas que aprendemos com o Sr. Bispo foi que o termo "capela" só se aplica às que são privadas, as que pertencem à Igreja são todas denominadas igrejas. Para se distinguir a igreja principal de uma freguesia das outras, dá-se-lhe o nome de Matriz.
Por isso, já não dizemos capela da Senhora das Neves mas sim igreja da Senhora das Neves. Quanto às restantes que cá existem, a  de São Roque continua a ser capela, as outras não sei se têm dono ou não.


Na despedida, que foi um até já, ficou a vontade de que se volte a repetir em breve esta visita do nosso Pastor.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Cerimónias do dia 13 de maio


Realizaram-se como habitualmente, na capela de Nossa Senhora das Neves, as cerimónias comemorativas do dia 13 de maio, com terço meditado e missa.
Apesar de terem saído muitas peregrinações para o santuário de Fátima, a pé, de automóvel e de autocarro, a capela ficou cheia, tendo ficado muita gente de pé.
Assinalaram-se neste dia 99 anos desde a primeira aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos, na Cova da Iria, e iniciou-se a contagem para o centésimo aniversário, em 2017, data em que está prevista a visita de Sua Santidade, o Papa Francisco, ao santuário de Fátima.
A ACR (Acção Católica Rural), que tem a seu cargo esta semana a dinamização do terço, elaborou em frente ao altar-mor um bonito terço feito de velas e corações. Luz que se pede a Deus para as nossas almas, amor para os nossos corações.
Durante o mês de maio, mês dedicado à Virgem Maria, vários Movimentos da paróquia participam no terço diário e na Eucaristia. Inicia-se na primeira semana com as crianças da catequese, seguindo-se os Movimentos, normalmente um por semana.

sexta-feira, 25 de março de 2016

Igrejas e capelas de Viana

Ontem, Quinta-feira Santa, realizou-se em Viana a ronda pelas capelas e igrejas da cidade. Centenas de pessoas andaram pelas ruas, de capela em capela, de igreja em igreja, cumprindo um ritual que já tem lugar há muitos anos. 
Uma tradição pascal que atrai centenas, senão milhares, de pessoas, crentes ou não crentes, que aproveitam esta noite para visitar templos que habitualmente não é possível fazer, apreciando as muitas obras de arte sacra que se encontram em todos eles.
Eis as fotos das igrejas e capelas que visitei:

1 - Igreja paroquial de Nossa Senhora de Fátima
2 - Igreja das Almas (foi a primeira matriz de Viana)
3 - Capela de S. Francisco de Paula, mais conhecida como das Malheiras
4 - Igreja da Misericórdia
5 - Capela da Casa da Carreira (na Câmara Municipal)
6 - Igreja de Nossa Senhora da Caridade
7 - Capela do Senhor do Calvário (junto à igreja de Nossa Senhora da Agonia)
8 - Igreja de Nossa Senhora da Agonia
9 - Capela de São Roque
10 - Capela de Santa Catarina
Nicho do Senhor dos Aflitos
(apesar de não contar como capela também estava ornamentado e com as portadas abertas)
11 - Capela do Beato Frei Bartolomeu dos Mártires (no Convento de São Domingos)
12 - Igreja de São Domingos
13 - Capela do Museu de Artes Decorativas (Museu Municipal)
14 - Capela de Nossa Senhora das Candeias
15 - Capela do navio-hospital Gil Eanes
16 - Sé (antiga Matriz)
17 - Igreja de Nossa Senhora do Carmo