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domingo, 26 de outubro de 2025

Tomada de posse do novo executivo da Junta de Freguesia


No dia 26 de outubro, no Centro Cívico, realizou-se a cerimónia de tomada de posse dos órgãos autárquicos 2025/2029. A lista dos novos elementos da Junta de Freguesia é a seguinte: 
Presidente - Rodrigo André Vitorino Vaz; 
Secretária - Celeste Luísa Freitas Cunha; 
Tesoureira - Maria do Rosário Meira Lebreiro.

Assembleia de Freguesia: 
Presidente da Mesa - Manuel Félix Neiva dos Santos; 
1º Secretário - Rui António Martins Ferreira; 
2º Secretário – Paula Maria Rodrigues Gonçalves Cancelo. 

Membros: 
José Adelino Lima dos santos; 
Tiago Torres Arantes; 
Arlindo Meireis de Carvalho; 
Fernando Paulo Rodrigues Pereira; 
Cristina Cardona de Sousa Ribeiro;
José Adriano Rodrigues Fernandes.

A cerimónia teve muito público presente, incluindo algumas pessoas vindas da zona de Lisboa onde o novo presidente da junta esteve a dar aulas. No final houve animação musical com a atuação do grupo Terra Larga, que encantaram os presentes com algumas interpretações de cante alentejano.

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Eleições autárquicas

Rodrigo Vaz foi o grande vencedor das eleições autárquicas em Castelo do Neiva, com 43,44% dos votos, obtendo a maioria com 5 dos 9 mandatos eleitos. Arlindo Carvalho obteve 23,71% dos votos e elegeu 2 mandatos, assim como a lista do PPD/PSD.CDS-PP, com 23,08% dos votos. A lista do CHEGA obteve 6,25% dos votos e não elegeu nenhum mandato. 
O nosso conterrâneo Manuel António Azevedo Vitorino foi eleito novamente como vereador para a Câmara Municipal, pela lista do PS, de Luís Nobre.

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Apresentação de listas


No fim-de-semana de 20 e 21 de setembro as duas listas independentes que concorrem à Junta de Freguesia realizaram as suas apresentações oficiais. No dia 20, sábado, pelas 17 h, o candidato Arlindo Carvalho apresentou os elementos que compõem a sua lista, Juntos por Castelo do Neiva – JCN, no Centro Cívico de Castelo do Neiva. 
Com a presença de um número considerável de pessoas, a apresentação foi breve mas esclarecedora das propostas de interesse para a freguesia que pretendem levar a efeito caso sejam eleitos, sem promessas falsas ou utópicas. No final houve alegre convívio entre as pessoas presentes, com bolo e bebidas para todos.


No dia 21, domingo, o candidato Rodrigo Vaz apresentou os elementos da Lista Independente por Castelo do Neiva, na Rua dos Pescadores, ao ar livre, iniciando às 18 h com uma arruada pelo grupo de bombos “Os do Castelo”. 
Além de um número significativo de pessoas esteve também presente Luís Nobre, atual presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e recandidato à mesma, acompanhado de vários elementos da sua lista, entre os quais Manuel António Vitorino, nosso conterrâneo, que fez um discurso brilhante e muito aplaudido. O engenheiro José Maria Costa lá esteve também, a dar o seu apoio, assim como outros apoiantes socialistas. Apesar de concorrer como independente, Rodrigo Vaz apoia e é apoiado pelo PS. 
No final da apresentação houve comida e bebida à descrição, com animação por dois DJ.

domingo, 11 de maio de 2025

Rodrigo Vaz anuncia candidatura


 No dia 3 de maio o nosso conterrâneo Rodrigo Vaz anunciou nas redes sociais a sua candidatura a presidente da Junta de Freguesia nas próximas eleições autárquicas, dando continuidade ao projeto LINCN (Lista Independente por Castelo do Neiva). Rodrigo Vaz resolveu candidatar-se porque “acredito no nosso potencial, no valor da nossa comunidade e na capacidade que temos de construir um futuro melhor, assente na responsabilidade, na dedicação e no desenvolvimento. Não prometemos impossíveis, mas sim um trabalho sério, dedicado e transparente.” 
Aguarda-se a apresentação da sua equipa. 

quinta-feira, 2 de maio de 2024

Novo livro de Rodrigo Vaz


No âmbito das comemorações do cinquentenário da revolução de 25 de abril, a Câmara Municipal de Viana do Castelo apresentou no sábado, dia 27, o livro “Uma viagem sem regresso: Os que pela Pátria deram a vida”, sobre os 41 vianenses (40 militares do Exército e 1 da Marinha) que sucumbiram na guerra do Ultramar.  
Este livro é mais um trabalho de investigação feito pelo nosso conterrâneo Rodrigo André Vitorino Vaz. Foi prefaciado por Pedro Lauret, Capitão de Abril e membro do MFA, e nele se recordam aqueles que de Viana do Castelo para a guerra partiram e não regressaram. O design da obra foi entregue à nossa conterrânea Marlene Rodrigues, que já provas tem dado nesta matéria e que fez um excelente trabalho.
Na cerimónia de apresentação, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, referiu que “este é um livro de qualidade, de profundidade e enorme dedicação que traz o reconhecimento que faltava aos nossos combatentes”. O Vereador da Cultura, Manuel Vitorino, salientou que a obra foi coordenada por um jovem vianense, Rodrigo Vaz, natural de Castelo do Neiva, com experiência em obras sobre ex-combatentes, já que esta é a sua terceira publicação dedicada ao tema.
A apresentação do livro esteve a cargo de José Luís Carvalhido da Ponte, ex-combatente na Guiné-Bissau, que expressou a vontade de que esta obra “nos faça pensar e que ajude alguns a fechar esta porta, para que se apaziguem consigo mesmo e com África”. O Major-General Francisco Fonseca Rijo, em representação do Chefe do Estado-Maior do Exército, realçou “o notável esforço de pesquisa, nomeadamente no Arquivo do Exército, que esta publicação representa, contribuindo para o perpetuar da memória destes militares que serviram Portugal”.
O evento decorreu na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, Sala Couto Viana.

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Lançamento de livro de Rodrigo Vaz

No próximo domingo, dia 28 de janeiro, será feito o lançamento do livro do nosso conterrâneo Rodrigo Vaz sobre o mosteiro de São Romão de Neiva.  O evento terá lugar no Centro de Convívio da referida freguesia e terá início pelas 15 horas. Na cerimónia haverá também a apresentação de um pequeno documentário sobre a história deste monumento, que é um marco na história das terras de Neiva.
“Um Mosteiro em Terras de Neiva” é o título deste livro, que será o terceiro do Rodrigo Vaz e o segundo com edição da Junta de Freguesia de São Romão de Neiva. Este nosso conterrâneo é professor de História e dá aulas na E B da Pontinha, zona de Lisboa, estando também envolvido em outros projetos relativos ao património histórico e/ou religioso de várias regiões e quadrantes.

domingo, 22 de outubro de 2023

Rodrigo Vaz tem novo livro

(Foto cedida pelo autor)


O nosso conterrâneo Rodrigo Vaz anunciou nas redes sociais que o seu novo trabalho, intitulado “Um mosteiro em terras de Neiva: História do Mosteiro de São Romão de Neiva”, acaba de sair.  O jovem autor refere que «não se trata de uma monografia do mosteiro, mas sim de uma recolha de factos históricos e acontecimentos que deixaram a sua marca no mosteiro dos monges de Neiva. O primordial objetivo desta obra é fazer um alerta para o estado de degradação em que o mosteiro se encontra». 
Este projeto teve início em 2021, a convite do Eng. José Maria Costa, na altura presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, e teve o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de São Romão do Neiva.
O livro foi prefaciado por Maria José Azevedo Santos e teve o design gráfico a cargo de Marlene Rodrigues, também nossa conterrânea e que já provas tem dado do seu talento nesta área. A apresentação decorrerá em São Romão de Neiva e a sua data será anunciada brevemente.

sábado, 5 de março de 2022

Colóquio - Castelo do Neiva a falar de História


Na tarde de sábado, dia 5 de março, decorreu no Centro Cívico um colóquio sobre a História de Castelo do Neiva. Quatro jovens licenciados de Coimbra, com apresentação e moderação pelo nosso conterrâneo Rodrigo Vaz, apresentaram-nos um excelente trabalho de investigação histórica sobre a nossa terra.


O primeiro dos oradores, João Santos, focou a sua intervenção em alguns artefactos encontrados em Castelo do Neiva e que se encontram no museu do Centro Cívico, nomeadamente os dois capacetes de bronze e uma moeda, e no castro existente no Monte do Castelo e o lagar. 
Ficámos a saber que a moeda, com a figura do imperador romano Augusto, era um dupôndio que esteve em circulação nos séculos 26-25 a.C. e que com essa moeda se poderia comprar um pão inteiro e meio litro de vinho. Os capacetes de bronze são do tipo Monfortino B, de origem celta, utilizados entre os séculos III a.C. e meados do século I d.C.. O castro era um povoado fortificado, com vestígios de ocupação pré-romana, romana e medieval, com elevada densidade populacional, sendo impossível definir cronologicamente essa ocupação. 
Falou também sobre o lagar, conhecido entre nós por penedo das chaves.


Seguidamente falou Anita Mateus, cuja especialidade são os castelos roqueiros. Roqueiro, neste caso, vem de rocha, ou seja, são os castelos edificados em rochas. 
Depois de nos mostrar um exemplo de um castelo roqueiro ainda existente, o Castelo de Penela, explicou-nos que o que cá existiu era provavelmente uma fortaleza em madeira construída no cimo do monte, incrustada nas rochas. Ficava num ponto mais que estratégico de vigilância, pois dali se avistava quem viesse de todos os pontos cardiais, e teria sido inicialmente edificado para defesa do mosteiro de São Romão do Neiva. Disse que ainda há vestígios de orifícios feitos nas rochas para suporte do madeiramento do castelo e referiu a possibilidade de haver nele um cercado feito de giestas, pois os habitantes de freguesias vizinhas pagavam em giestas estipêndios ao alcaide que lá habitava. 


O terceiro orador foi Fábio Dias, que dissertou sobre Demografia e Sociedade das Pequenas Comunidades Rurais no Limiar da Contemporaneidade. Centrou a sua pesquisa nas Memórias Paroquias de 1758 e nos registos paroquiais. 
Entre outras coisas e como curiosidade, ficámos a saber que, apesar de o costume de se enterrar os mortos nas igrejas ter sido abolido em 1830, em Castelo do Neiva a primeira pessoa sepultada no nosso cemitério foi só dali a mais de cinquenta anos, em 1887. O defunto chamava-se José Rodrigues Paiga e tinha 23 anos quando faleceu. 
Referiu ainda a situação de um rapaz de Vila Chã que morreu afogado no rio Neiva e cujo corpo apareceu no dia seguinte, do lado de Castelo do Neiva e cá foi sepultado, pois havia nesse tempo o costume de enterrar os mortos na terra em que morriam e não na de sua origem ou morada.


Por último interveio João de Sousa, sobre Castelo do Neiva e os Bacalhoeiros, onde destacou a forte presença de capital humano da nossa terra nas frotas bacalhoeiras. Cerca de 230 homens naturais de Castelo do Neiva passaram pelas campanhas do bacalhau, sendo que o primeiro registo data de 1941 e o último de 1976, havendo maior presença nas décadas de 1950 e 1960.
Também ficámos a saber que houve dois navios com o nome Gil Eannes, ambos contruídos nos estaleiros navais de Viana do Castelo e ambos com a mesma função, ou seja, navio-hospital. O primeiro saiu para o mar em 1927 e o segundo em 1955. 
Em Viana foram também construídos os navios bacalhoeiros Sam Tiago, São Gabriel e Rio Lima. O Santa Maria Madalena foi comprado por uma empresa de Viana mas não foi construído nos seus estaleiros.


Ouvir quatro jovens desconhecidos a falar com entusiasmo na História da nossa terra, aprender com os mais novos a amar o património que nos identifica. Esta foi uma experiência edificante, parabéns aos quatro oradores e ao moderador Rodrigo Vaz, pela bonita ideia desta iniciativa. 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Novo livro de Rodrigo Vaz


Como parte da homenagem da Junta de Freguesia de São Romão de Neiva aos seus ex-combatentes do Ultramar e a convite da mesma, o jovem licenciado em História Rodrigo André Vitorino Vaz lançou o seu segundo livro, novamente sobre o tema da guerra colonial e seus combatentes e com prefácio do coronel da GNR Luís Gonzaga Coutinho de Almeida. Com o título de “Só o não saber se regressava”, o autor desenvolve no livro o contexto de guerra que se vivia na altura, com relatos de ex-combatentes da dita freguesia. 
O livro foi editado pela Junta de Freguesia de São Romão de Neiva e o lançamento teve lugar na tarde do dia 22 de janeiro, no edifício da referida Junta, aonde compareceu um número considerável de público, entre representantes de associações de veteranos da guerra colonial, o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, os presidentes de junta de São Romão de Neiva e de Castelo do Neiva, alguns ex-combatentes e familiares, amigos e familiares do Rodrigo, entre outros, e foi transmitido em direto pelo Canal Viana. 
Ao jovem autor desejamos o maior sucesso e que se supere a cada novo desafio.

domingo, 25 de abril de 2021

Comemoração do 25 de Abril


 A Junta de Freguesia comemorou o dia 25 de Abril com a apresentação e lançamento do livro "Memórias de Guerra - Como fazer História a partir de quem a viveu?" da autoria de Rodrigo Vaz e com design de Marlene Rodrigues, e uma homenagem aos combatentes de Castelo do Neiva no Ultramar, com a atribuição do nome a uma praça. 
A cerimónia decorreu no exterior do edifício da Junta de Freguesia, com início pelas 17h, e contou com a presença de amigos e familiares do Rodrigo, alguns dos ex-combatentes que deram o seu contributo para o livro, representantes das Associações e Movimentos de Castelo do Neiva e da Liga dos Combatentes de Ponte de Lima, o presidente da Junta de Freguesia de Castelo do Neiva e o presidente da Assembleia, o presidente da Câmara de Viana do Castelo, o presidente da Junta de Freguesia de São Romão do Neiva, o pároco de Castelo do Neiva, padre Xavier, o Coronel Luís Almeida e outras pessoas que de algum modo estão ligadas à guerra colonial, e teve transmissão em direto na WebTV pelo Canal Viana.


O livro de Rodrigo Vaz, um jovem castelense licenciado em História pela Universidade de Coimbra, descreve testemunhos de momentos vividos por alguns dos combatentes naturais de Castelo do Neiva em terras do Ultramar, nomeadamente Guiné, Moçambique e Angola, e analisa o impacto que a guerra teve nas suas vidas e na das suas famílias. Presta também homenagem ao único dos combatentes da freguesia falecido nessa guerra, Cândido Dias Vitorino, com 23 anos de idade. Este livro foi editado pela Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo.


Por sugestão de Manuel Alberto Couto, também ele ex-combatente, a Junta de Freguesia decidiu atribuir o nome de Praça dos Combatentes do Ultramar à praceta situada em frente ao edifício da Junta, prestando-lhes homenagem com a inauguração de um monumento alusivo em forma piramidal, no qual se podem ver pequenos círculos escavados representando cada um dos combatentes de Castelo do Neiva no Ultramar e uma estrela ao centro representando o único lá falecido. Nas laterais tem a figura de um soldado e o mapa de Portugal, em relevo metalizado.


Devido à condição pandémica atual, o evento foi restrito e por isso as pessoas presentes eram em número reduzido, respeitando as normas governamentais impostas, com distanciamento social e uso de máscara.