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quinta-feira, 28 de maio de 2020

Encontro Nacional da ACR


O local deveria ter sido Viana do Castelo e as presenças seriam de todo o continente e ilhas, mas devido às medidas de contingência por causa da pandemia do novo coronavírus tal não foi possível. Por isso a ACR (Acção Católica Rural) assinalou o dia do seu Encontro Nacional com uma Eucaristia online e com variadas publicações e desafios nas suas redes sociais.
No dia 17 de maio, na igreja paroquial de São Tiago de Castelo do Neiva, diocese de Viana do Castelo, foi celebrada a Eucaristia pelo Padre Xavier Moreira, assistente nacional do Movimento, tendo como concelebrantes Monsenhor José Caldas e o Padre Domingos Meira, membros da unidade pastoral a que a paróquia pertence.
Em contexto de Covid-19 e respeitando as medidas aconselhadas, a Eucaristia teve apenas a presença de alguns elementos da Equipa Diocesana da ACR de Viana do Castelo e da presidente da Equipa Nacional, Ana Noro, sendo transmitida através da rede social Facebook.
Alicerçados no tema «Jovem, Eu te digo, levanta-te!» (da mensagem do Papa Francisco para a Jornada Mundial da Juventude de 2020), os militantes da ACR não deixaram este momento em branco e juntaram-se online a partir de vários pontos do país. No momento de Ação de Graças foram lidas orações enviadas pelas diversas equipas diocesanas.
Ao longo do dia foram recordados, nas redes sociais, momentos de todos os Encontros Nacionais realizados. Foi um Encontro diferente, mas em que cada um se fez presente.


Na semana que antecedeu o Encontro Nacional, em que se celebrava a semana da Vida e que em condições normais seria rezado o terço na capela de Nossa Senhora das Neves, como habitualmente no mês de Maria, alguns militantes da ACR de Castelo do Neiva uniram-se online para rezar a oração mariana, juntamente com os párocos, com transmissão através da rede social Facebook.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Concurso de maios


Dada a situação atual que atravessamos, que não permite o contacto social a que estávamos habituados, o Grupo Folclórico e Etnográfico de Castelo do Neiva realizou o seu tradicional Concurso de Maios, mas de uma forma um pouco diferente.
Através da sua página na rede social Facebook, convidou todas as pessoas interessadas a fazerem o seu maio, tirarem uma fotografia e enviarem-na ao grupo por mensagem privada ou e-mail até às 19 horas do dia 30 de abril. Às 20h do mesmo dia, todas as fotografias foram publicadas num álbum na página do grupo.
Houve vinte e duas participações, sendo vencedoras do concurso as 3 fotografias com mais likes (gostos) nas primeiras 24h, a saber: 1º lugar, Cidália Barbosa, com 209 likes; em 2º lugar, Olívia Peixoto, com 158 likes, e em 3º lugar, Sónia Purralo, com 125 likes.

domingo, 26 de abril de 2020

Uma Páscoa diferente


Este ano tivemos uma Páscoa diferente. Depois do cancelamento do Sagrado Lausperene e do Senhor aos Enfermos, também não se realizou a missa de Lava-pés na Quinta-feira Santa, a Via Sacra na Sexta-feira Santa, a vigília pascal na noite de Sábado Santo nem houve compasso pascal nos três dias habituais. Não houve também a festa da Pascoela nem a Primeira Comunhão, prevista para o dia 26 de abril. Foi uma Páscoa triste a culminar uma Quaresma sem missas, sem procissões nem a habitual confissão sacramental que se realiza, segundo a doutrina cristã, ao menos pela Páscoa da ressurreição.
Afastados dos seus paroquianos, alguns sacerdotes desvelaram-se em publicações nas redes sociais, rezando o terço e celebrando a Eucaristia, sem assistência, que transmitem através do Facebook. Houve também uma campanha, que ninguém sabe como começou mas que se espalhou rapidamente por todo o país, que foi a das cruzes pascais. Todos fomos convidados a construir uma cruz, de um qualquer material, e a colocá-la em nossas casas, nas varandas, na porta, na janela ou onde desse mais jeito e ficasse visível da rua. Durante a Semana Santa essa cruz teve um tecido ou fita de cor roxa e ramos de oliveira, que no dia de Páscoa foram substituídos por um tecido branco e flores. Também fomos convidados a elaborar um altar doméstico no interior do nosso lar, com os nossos santos, um crucifixo, a Bíblia, flores, etc.
Desse modo vivemos este ano a Páscoa, que devido à pandemia de Covid-19 ficamos impedidos de celebrar com a habitual festa e alegria, mas estamos todos bem e é o mais importante. Para o próximo ano, se Deus quiser, tudo voltará ao normal.

sábado, 25 de abril de 2020

Não busquemos alívio na ideia de que só morrem velhos


Vivemos tempos difíceis, de ansiedade e medo, perante a ameaça do novo coronavírus. Houve que fazer mudanças em tudo aquilo a que estávamos habituados, desde a missa de domingo à ida ao café, ou até uma simples visita a familiares. Tudo mudou. Há falta de transportes públicos, fazem-se filas à porta das lojas e supermercados que ainda se mantêm abertos, afastamo-nos uns dos outros respeitando a medida de distanciamento social, saídas apenas para o estritamente necessário. Estamos confinados em nossas casas, agarrados ao telemóvel, computador ou tablet para comunicarmos com os amigos e seguirmos as informações sobre o número de infetados, mortos e recuperados da Covid-19. A televisão faz companhia aos idosos que vivem sós, com os quais parece que não se importa, pois vai atirando dados e estatísticas com a pretensão de nos aliviar o medo mas aumentando o medo e ansiedade de quem tem a idade já um pouco avançada nos anos.
Ah, isto só morrem velhos, ouvimos dizer amiúde. Pois bem, os velhos são pessoas, são os nossos pais, os avós, os tios, os vizinhos. A idade não tira identidade a ninguém. Aquele velho de 80 anos que faleceu com o novo coronavírus é da mesma idade do nosso avô, do nosso pai, do vizinho que nos poda a vinha, da vizinha que nos dá couves ou um raminho de salsa, dos nossos padrinhos, dos nossos tios. É uma pessoa. Nem a idade nem a doença lhe retiram a dignidade de ser alguém, do direito à existência e preservação da vida como a qualquer um de nós.
É triste que busquemos alívio na ideia de que só morrem velhos, como se eles fossem descartáveis. Não são, uma sociedade sem velhos está incompleta, mutilada. As crianças precisam de conviver com a velhice, com o carinho da avó e cumplicidade do avô, com a ternura e paciência com que a tratam. Ter avós é ter a sorte de conhecer um mundo diferente mas gratificante, de ouvir histórias, de aprender cantigas, ditados, orações, lengalengas.
Ter avós é ter a sua primeira enciclopédia pessoal, é sentir o coração encher-se de ternura com os mimos que deles se recebe, nem que seja a oferta de um simples chocolate, uma peça de fruta ou um carregamento do telemóvel.
Cuidemos dos nossos avós, de todos os avós, cumprindo as medidas impostas ou aconselhadas pelos nossos governantes, evitando ser contagiados ou contagiar alguém.
Por nós, por todos. Porque todos importam. E não, não são só os velhos que morrem nem vai ficar tudo bem, mas esperamos que fique o melhor possível.

quinta-feira, 19 de março de 2020

Lausperene cancelado


Devido ao surto de Covide-19 que está a propagar-se pelo nosso país e face às medidas tomadas pelo Governo, a Conferência Episcopal Portuguesa proibiu as celebrações religiosas com assembleia, assim como procissões e outras. Esta medida fez com que fossem canceladas ou adiadas algumas atividades já programadas na nossa paróquia. Entre elas estava o Sagrado Lausperene, marcado precisamente para 14 e 15 de março e que foi cancelado, e a procissão do Senhor aos Enfermos, marcada para dia 29 e que ficou adiada para data a definir. Provavelmente também não se realizará a Via Sacra na Sexta-feira Santa e não haverá compasso pascal, a ver vamos.
Para o Sagrado Lausperene já se haviam iniciado as preparações, com os diversos grupos e movimentos a prepararem esquemas e guiões de oração e as zeladoras a prepararem a igreja paroquial. O altar-mor já estava ornamentado e assim permanece, a lembrar os tempos difíceis que atravessamos e a pedir proteção ao Senhor, para que esta pandemia passe depressa e sem sequelas para os portugueses. Que assim seja.

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Baile de Carnaval



Realizou-se no passado sábado, dia 22 de fevereiro, o baile de Carnaval da paróquia, organizado pela ACR (Ação Católica Rural) e pela Comissão de Festas de Nossa Senhora dos Emigrantes. O evento iniciou-se cerca das 20h30, no Centro Social e Paroquial de Castelo do Neiva, e teve animação a cargo de Nuno Pereira, mais conhecido por Dj Black Alive.
Além da animação e convívio havia também concurso de máscaras, nas categorias de infantil, adulto e grupo. Perto do final houve sorteio das rifas previamente vendidas, cujos números premiados foram os seguintes:

1º Prémio: 0771 - Jantar no restaurante Maria de Perre no valor de 50,00€
2º Prémio: 0060 – Massagem relaxante por Sarah Meira
3º Prémio: 0543 - Cabaz de compras

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Formação e acantonamento ACR


No fim de semana de 18 e 19 de janeiro os militantes da ACR (Ação Católica Rural) tiveram várias atividades decorridas na nossa freguesia.
No sábado, dia 18, houve uma conferência/formação no bar da igreja de Castelo do Neiva, organizada pela equipa diocesana de Viana do Castelo e dirigida a todos os militantes, jovens e adultos, tendo por tema “Ideologia de Género”. A oradora foi a doutora Margarida Miranda, professora universitária, que veio expressamente de Coimbra para o efeito.


Estiveram presentes militantes de Castelo do Neiva, Perre e São Romão do Neiva, da diocese de Viana do Castelo, de Marinhas (diocese de Braga) e Lousada (diocese do Porto) em número significativo.
Depois do almoço, servido no café e snack bar Viegas, regressou-se ao bar da igreja para uma tarde de trabalhos, de onde saíram resoluções para futuras questões relativas ao tema da conferência, sendo a atividade dada por encerrada cerca das 17 h.
Seguiu-se um acantonamento para os jovens, organizado pela ACR de Castelo do Neiva, que juntou jovens de Castelo do Neiva e das Marinhas no Centro Social e Paroquial de Castelo do Neiva, e que depois do jantar se dirigiram a Viana para a oração de Taizé, na igreja de Nossa Senhora de Fátima.


No dia seguinte, domingo, depois de pernoitarem no Centro Social e Paroquial, levantaram-se cedo e caminharam a pé até Belinho, à capela de Santo Amaro, onde participaram na Eucaristia, fazendo depois o percurso inverso.
Depois do almoço foi feita a avaliação da formação e acantonamento, em que todos os participantes nas atividades foram da opinião de que foi um fim de semana muito produtivo espiritualmente e de fraternal convívio.
O acantonamento terminou com a limpeza do espaço e oração final.